Oração da Serenidade



Deus, concedei-me,
A serenidade para aceitar as coisas que eu não posso modificar;
Coragem para modificar as coisas que posso, e
Sabedoria para saber a diferença.
Vivendo um dia de cada vez;
Desfrutando um momento por vez;
Aceitando as dificuldades como o caminho da paz;
Tomando, como ele fez, este mundo pecaminoso como ele e, não como eu gostaria que fosse;
Confiando em que ele fará todas as coisas certas se eu submeter-me a sua vontade.
Que eu possa ser razoavelmente feliz nesta vida;
E infinitamente feliz com ele para sempre na próxima.
Amém.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Assédio moral/sexual ou desorientação profissional nas Guardas Municipais

Assédio moral/sexual ou desorientação profissional nas Guardas Municipais


              Casos de Assédio Moral é um efeito negativo das transformações do mundo, entende-se que a era tecnológica que estimulou uma competitividade maior, criando deficiência  de comunicação entre as pessoas que se tornaram mais individualistas.
As primeiras tratativas sobre o fenômeno foram apresentadas em meados  dos anos 80 e início dos anos 90, onde o Brasil, por incrível que pareça, foi o País que mais elaborou leis sobre assédio moral até o momento. No entanto, a maioria das leis direcionadas para a Administração Pública (Estadual e Municipal).
              Devemos analisar o assédio moral com muita parcimônia , sob pena deste instrumento ser banalizado e cair no  descrédito por parte da comunidade jurídica e do Poder Judiciário.
              Assédio moral  não é algo novo, ele é tão antigo quanto o trabalho. A novidade é a intensificação, a gravidade e a banalização do problema em suma assédio moral é a exposição de profissionais a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas sistêmica e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.
             Resumindo, um ato isolado de humilhação não é assédio moral. Existem muitos trabalhadores que sofrem o assédio em silêncio e, desconhecendo o assunto e seus direitos, acabam por aceitar essa condição.
             Hoje o que temos visto dentro das instituições Guardas Municipais são uma grande desorientação  em relação ao tema onde infelizmente fomenta-se por desconhecimento ou intencionalidade  em cima de varias situações que devemos analisar por dois prismas, o lado verídico do assedio e o lado conveniente.
             Pelo lado verídico do assedio devemos  analisar incisivamente  que hierarquia verticalizada e disciplina  fundada pode  formar ambiente propício ao desenvolvimento de processos de assédio.
            Obviamente que não deve fazer uso da hipocrisia e ocultar as fraquezas que existem nas instituições quanto desestruturação do conhecimento dos Governantes, superiores e próprios iguais, que por despreparo na sua formação profissional/Intelectual que não adquiriram discernimento suficiente para dividir tais questões.
            Nas redes sociais e nos tribunais há vários caso de comprovado assedio destes profissionais que confundem submissão à hierárquica com dinâmica de frustração profissional e incompatibilidade pessoal que devemos sempre combater para o crescimento das Guardas no âmbito sociológico.
          Muito dos assediados foram efetivamente vítimas de assédio moral, porém, infelizmente, não há como comprovarem algo privado, e sua submissão ao processo, pois não possuíam o mínimo lastro probatório para sustentar suas alegações quando se faz necessárias.
         Em contra partida o lado conveniente,  O que se observa  é uma tendência singular de ocorrências de falsas acusações sobre prática de assédio moral  nas instituições, principalmente a  incidência  sobre os superiores, que exercem funções de maior relevância.
         Não deve encontrar guarida o fenômeno e transformar o aqui tratado, em potencial extremamente vitimizador, com argumento para acusações infundadas, com o único objetivo de gerar um processo de vingança pessoal em desfavor do acusado ou seja tendem a  narrar fatos inverídicos ou destorcidos, sempre primando pela insistente imagem de vítima  no intento desestruturar o trabalho  e  afrontar à dignidade das pessoas que anteriormente admitiam algumas posições que se fazia positiva ao coletivo e tiveram algum interesse pessoal ou ilegítimo negado, No entanto, na maioria das hipóteses, o que se comprova é exatamente o contrario.
          Por fim Existe uma confusão entre assédio moral e assédio sexual. Entretanto, representam dois temas completamente distintos e com características e peculiaridades próprias.
          Assédio sexual não é uma simples "cantada", não ocorre entre iguais, pois nesses casos, a negativa poderia acontecer sem maiores conseqüências para quem faz a recusa,                 ela ocorre entre desiguais ou seja superiores , sendo que um dos envolvidos possui formas de penalizar o outro, ou seja, exerce poder hierárquico em relação ao outro.

          Portanto Já o assédio moral possui vítimas e assediadores com perfis bem diferentes daqueles do assédio sexual.

Nenhum comentário:

Postar um comentário