Oração da Serenidade



Deus, concedei-me,
A serenidade para aceitar as coisas que eu não posso modificar;
Coragem para modificar as coisas que posso, e
Sabedoria para saber a diferença.
Vivendo um dia de cada vez;
Desfrutando um momento por vez;
Aceitando as dificuldades como o caminho da paz;
Tomando, como ele fez, este mundo pecaminoso como ele e, não como eu gostaria que fosse;
Confiando em que ele fará todas as coisas certas se eu submeter-me a sua vontade.
Que eu possa ser razoavelmente feliz nesta vida;
E infinitamente feliz com ele para sempre na próxima.
Amém.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Diferenças entre os termos “alcoólatra” e “alcoolista”

Os termos “alcoólatra” e “alcoolista” são usados, quase que indistintamente pela comunidade científica e pelo público leigo para definir a “dependência do álcool”.

 

O termo “alcoólatra” foi utilizado por muitos anos para designar aqueles indivíduos que bebiam abusivamente e que, por conta disto, tinham uma série de problemas decorrentes do uso do álcool. O uso do termo “alcoólatra” é inadequado, pois confunde o dependente do álcool com alguém que “idolatra” o álcool e que, por conta disto, “escolhe” ou “opta” continuar fazendo uso da substância a despeito dos problemas.

 

Padrões de consumo do álcool na população brasileira que ela gera para o bebedor e para seus familiares. O termo “alcoólatra’, portanto, estigmatiza e rotula o bebedor como alguém que está fadado a uma condição de depreciação, fraqueza e falta de escolhas, pois privilegia o álcool acima de todas as coisas. 

 

Esta condição não é verdadeira, visto que, quando a dependência está instalada, em muitas ocasiões, o indivíduo bebe para minimizar os efeitos da abstinência então para ter prazer.

 

O termo “alcoolista”, por sua vez, é proposto por alguns pesquisadores como uma alternativa menos estigmatizante, visto que, o termo coloca o indivíduo como alguém que tem “afinidade” pelo álcool e não é “seduzido” por ele. O termo alcoolista foi utilizado em substituição ao termo “alcoólatra” a fim de não responsabilizar unicamente o bebedor pelos problemas decorrentes do uso do álcool, mas sim, reconhecer que o álcool é uma substancia lícita, socialmente aceita e disponível,mas quando utilizada em grandes quantidades e frequências expõe o bebedor a muitos riscos.

 

A expressão mais adequada para designar o indivíduo que tem sintomas físicos desencadeados pela falta do álcool, assim como outros problemas decorrentes do uso desta substância é “dependente do álcool”. A dependência do álcool é uma condição clínica que quando identificada é conferido um diagnóstico e um tratamento para o indivíduo a fim de que ele possa se recuperar e voltar a ter uma vida dentro de um contexto social considerado normal. 

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