Oração da Serenidade



Deus, concedei-me,
A serenidade para aceitar as coisas que eu não posso modificar;
Coragem para modificar as coisas que posso, e
Sabedoria para saber a diferença.
Vivendo um dia de cada vez;
Desfrutando um momento por vez;
Aceitando as dificuldades como o caminho da paz;
Tomando, como ele fez, este mundo pecaminoso como ele e, não como eu gostaria que fosse;
Confiando em que ele fará todas as coisas certas se eu submeter-me a sua vontade.
Que eu possa ser razoavelmente feliz nesta vida;
E infinitamente feliz com ele para sempre na próxima.
Amém.

sábado, 31 de agosto de 2013

Policia de Posturas

Policia  de Posturas

               Hoje em dia esta acontecendo um fenômeno interessante entre as forças de segurança constituídas no Estado e Município, pois bem, enquanto as forças Estaduais estão agindo no estrito senso, ou seja, atuando diretamente em duas problemáticas de ocasião, crime e violência, não focando as ações nas demais necessidades da sociedade.
               Porem o interessante que devido a uma desorientação de propósitos, as Guardas Municipais operavam  de forma similar porem sem eficácia, ai incidia   na sobreposição de afazeres  demandando  retrabalho, não contemplando a grande parcela da sociedade que  necessitada de ações pontuais e eficazes, atualmente vem sofrendo com  desordem Urbana em seu território .
               Diante do desassossego  maior em apostar e propiciar sensação de segurança, em especial no combate a criminalidade e o avanço  da violência,  não se tem atuado nas ações preventivas e administrativas admitindo uma lacuna pela deficiência de fiscalização como arquétipo, o descarte de lixo, inquietação sonora, comercio irregular, consumo de álcool, infrações de transito, invasões habitacionais, crime ambientais etc.
             Pois o que temos observado ao longo da  gestão publica, é o grande avanço da demanda na Cidade, mas a categoria dos profissionais atuantes neste seguimento perdeu o vigor administrativo, e desestímulo da categoria ainda com uma parcela de agentes reformando e sem a reposição necessária. Os remanescentes devido à mudança comportamental da sociedade têm convivido com serias dificuldades em atuar, visto as intimidação  a todo momento.

            Por derradeiro com a alteração do foco e estilo da prática de Policia Municipal atual e com o desempenho centrado neste seguimento labiríntico e carente,  ainda tem a capacidade iniciar o restabelecimento do princípio de cidadania e civismo minimizando a desordem urbana que as cidades atualmente ostentam.

Policia Comunitária ou Policia de Comunidade


Policia Comunitária ou Policia de Comunidade



           A grande parábola do não juízo da população sobre o real papel das policias construídas bem como  o comportamento arredio da sociedade  em relação as policias  não é resultado apenas das tensões e conjuntura atual, mas sim de uma cultura histórica  dos Brasileiros ao longo das décadas  .
                 Se observarmos a finalidade da Polícia Comunitária que intitula-se como uma metodologia e uma estratégia  das organizações, que poderia proporcionar  parceria entre a população e a polícia, pois se baseada no conceito de que tanto a polícia como a sociedade devem trabalhar conectadas no sentido de identificar, priorizar e resolver problemas locais de desordem urbana diversas, até mesmo a degradação de bairros   ,
                 O policiamento comunitário segundo especialistas, baseia-se na premissa  de que os problemas locais estão demarcados em perímetro e território minúsculo e exclusivista frente a demanda crescente atual relegada a segundo plano  tendo com isto soluções cada vez mais paliativas e deficiente, na medida em que necessitaria acontecer a participação atuante de todos na  identificação,  análise, diagnóstico e discussão dos problemas que surgem.
                  Logo a instituições voltadas neste processo  ainda não atingiram seu objetivo fim, visto a complexidade de implantar uma metodologia modernista e a falta de solução de continuidade já que a cultura é centrada e  fundamentada na rotatividade do agente que dentre vários fatores podemos citar  as peculiaridades dos planejamentos de segurança, demandas imediatista e o baixo capital intelectual dos agentes sem contar com a cultura policialesca tradicional tornou-se arcaica e  anacrônicas num modelo ultrapassado que as forças ainda ostentam e se espelham.
                 O agente em tese deveria ser propagador da paz e noção de cidadania, promovendo a participação ativa de todos nos  territórios em que presta serviço com apoio dos escalões verticalizado da polícia nos problemas que aflige a comunidade.
                Em contrapartida a policia de comunidade é uma metodologia puramente social simplista centrada e difundida no engajamento do policial em sua área de atuação profissional e convivência civil no entorno de sua residência, com proposta humanísticas e mediadora voltadas a sustentabilidade da sociedade local  e  participação direta e ativa nos problemas que surgem  não só de desordem urbana, mas nos fatos corriqueiros periféricos que acontecem e demandam  ações diretas na educação, saúde, da administração municipal local e principalmente no socorro e preservação da vida  do munícipe e demais afins.
                Nesta lacuna devemos posicionar as Guardas Municipais pois adquirindo a nítida percepção que esta acontecendo um fenômeno intrigante de desvirtuamento latente da sociedade com individualização sistêmica da personalidade,  e  total desaparecimento dos grupos de referência familiar como ainda lenta desintegração que por completo  da cidadania que a instituição deveria atuar como forma viável de opção.
                 Com a experiência média  entre as Guardas municipais que giram entorno  de 25 anos sempre engajada  na policia de comunidade em seus territórios municipais no  dia a dia,  devemos acreditar que seja para a atual fase em que  se encontram ser a mais coerente  como alternativa vindoura de modelo para uma sociedade jovial em constante desenvolvimento.
                 Mesmo com as problemáticas discorridas, a sociedade dispões de uma ferramenta eficaz que ainda não esta  sendo utilizada na integra para defesa que são os conselhos comunitários de seguranças locais como fenômeno emergente e que poderia se tornar o palco de discussões e experiência e aplicáveis na segurança local.

                  A criação desses espaços de diálogo e interação  ainda enfrenta desafios em termos de condições práticas de realização para atuar no complicado, movediço e nevoento campo da segurança pública, mas poderá num vindouro próximo, ser um dos  viés importante a ser explorado. 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

vamos pensar


Atitude suspeita, privilégio ou discriminação social

                As forças de Seguranças Pública/Urbana vêm em seu cotidiano atravessando varias polemicas e constrangimento quanto a interpretação  fixada no ordenamento jurídico, porem a subjetividade  é capaz de ferir algumas visões da sociedade.
                 No sentido pratico nos faculta dizer que Atitude Suspeita em analise de momento, é tema aberto e vasto que se pauta em  uma  disposição dos agentes públicos em avaliar  uma desconfiança ou suposição como boa ou ruim, desejáveis ou indesejáveis, tornando a ação em algo intuitivo e frágil, por natureza.
                 A dificuldade em definir, é de que, o Guarda Municipal milita em um terreno solitário ou conjugado porem fértil para interpretações, experiências pessoais percebendo-se nitidamente a  discricionariedade  em definir subjetivamente quem desperta suspeitas.
               Quando  se imagina uma pessoa suspeita cada profissional  delineia o seu estereótipo que pode ser diferente e divergente  por falta de parâmetros sociais concisos.
               Nota-se  a necessidade de que a suspeita seja fruto de fundamentação concreta pautada em fatos presenciais, testemunhas idôneas e não imantadas pela emoção pessoal.
               O Guarda Municipal não deve se deixar levar apenas por uma mera dedução, uma presunção desarrazoada e ilógica.
              O que se observa hoje é que a maioria das pessoas por criação, tem adquirido preconceito oriundo de infância, necessitando de  entendimento, uma reeducação, no sentido de amenizar a circunstâncias do preconceito rácico.
              Preconceitos podem, no imaginário social, determinar que o suspeito  seja aquele que  não está  vestido em conformidade com o esteriótipo que a sociedade define como aceitável, ou seja,  analisa a pessoa desprivilegiada superficialmente com cara de malfeitor, principalmente quando se constata que os estereótipos que estão dentro de cada  também se fazem presentes no cotidiano policialesco.
              Experiências pessoais e profissionais podem estigmatizar determinada aparência como suspeita e, diante da incerteza da definição legal, podem delimitar características de um suspeito.
              A sociedade em geral se sabe que é preconceituosa, trata com diferença as classe menos  privilegiadas como  negros e os pobres, estrangeiros ou qualquer outra parcela que seja minoria, ou que não tenha poder aquisitivo para ser tratado  como deveria.
               O termo “fundada suspeita  pode estar entranhado nos fundamentos aparentemente legais da realização da busca pessoal.
              Faz-se necessário um estudo uma investigação acerca  do estigma e que formas de discriminações podem aflorar no instante da decisão que o Guarda tem de tomar diante da possível   busca pessoal.
              Os agentes operadores de segurança devem sempre ter fixado em suas decisões a necessidade de muita tranqüilidade, para deixar de perpetrar   procedimentos que são lesivos e ter sempre em mente que o profissional GCM, não aborda e sim faz uma verificação social  só assim estará dando início a  mudança   cultural  comportamental na sua corporação e sociedade, quebrando paradigmas focando realmente em uma visão futurista de sociedade aculturada e verdadeiramente moderna despojada de preconceitos e discriminações de gênero.

ATITUDE SUSPEITA

Sempre me intriga a notícia de que alguém foi preso? Em atitude suspeita?. É uma frase cheia de significados.
Existiriam atitudes inocentes e atitudes duvidosas diante da vida e das coisas e qualquer um de nós estaria sujeito a, distraidamente, assumir uma atitude que dá cadeia!
- Delegado, prendemos este cidadão em atitude suspeita.
- Ah, um daqueles, é? Como era a sua atitude?
Suspeita.
- Compreendo. Bom trabalho, rapazes. E o que é que ele alega?
- Diz que não estava fazendo nada e protestou contra a prisão.
- Hmm. Suspeitíssimo. Se fosse inocente não teria medo de vir dar explicações.
- Mas eu não tenho o que explicar! Sou inocente!
- É o que todos dizem meu caro. A sua situação é preta.
Temos ordem de limpar a cidade de pessoas em atitudes suspeitas.
- Mas eu estava só esperando o ônibus!
- Ele fingia que estava esperando um ônibus, delegado. Foi o que despertou a nossa suspeita.
- Ah! Aposto que não havia nem uma parada de ônibus por perto. Como é que ele explicou isso?
- Havia uma parada sim, delegado. O que confirmou a nossa suspeita. Ele obviamente escolheu uma parada de ônibus para fingir que esperava o ônibus sem despertar suspeita.
- E o cara-de-pau ainda se declara inocente! Quer dizer que passava ônibus, passava ônibus e ele ali fingindo que o próximo é que era o dele? A gente vê cada uma...
- Não senhor delegado. No primeiro ônibus que apareceu ele ia subir, mas nós agarramos ele primeiro.
- Era o meu ônibus, o ônibus que eu pego todos os dias para ir para casa! Sou inocente!
- É a segunda vez que o senhor se declara inocente o que é muito suspeito. Se for mesmo inocente, por que insistir tanto que é?
- E se eu me declarar culpado, o senhor vai me considerar inocente?
- Claro que não. Nenhum inocente se declara culpado, mas todo culpado se declara inocente. Se o senhor é tão inocente assim, por que estava tentando fugir?
- Fugir, como?
- Fugir no ônibus. Quando foi preso.
- Mas eu não estava tentando fugir. Era o meu ônibus, o que eu tomo sempre!
- Ora, meu amigo. O senhor pensa que alguém aqui é criança? O senhor estava fingindo que esperava um ônibus, em atitude suspeita, quando suspeitou destes dois agentes da lei ao seu lado. Tentou fugir e...
- Foi isso mesmo. Isso mesmo! Tentei fugir deles.
- Ah, uma confissão!
- Porque eles estavam em atitude suspeita, como o delegado acaba de dizer.
- O quê? Pense bem no que o senhor está dizendo. O senhor acusa estes dois agentes da lei de estarem em atitude suspeita?
- Acuso. Estavam fingindo que esperavam um ônibus e na verdade estavam me vigiando. Suspeitei da atitude deles e tentei fugir!
- Delegado...
- Calem-se! A conversa agora é outra. Como é que vocês querem que o público nos respeite se nós também andamos por aí em atitude suspeita? Temos que dar o exemplo. O cidadão pode ir embora. Está solto. Quanto a vocês...
- Delegado, com todo o respeito, achamos que esta atitude, mandando soltar um suspeito que confessou estar em atitude suspeita é um pouco...
- Um pouco? Um pouco?
- Suspeita.

VERÌSSIMO, Luís Fernando. A Grande Mulher Nua. São
Paulo: Círculo do Livro, 1989.




ocorrencia area do ipiranga


            Em andamento pela área da IR-IP, a Operação Ipiranga Segura, que visa a fiscalização de descarte irregular de entulho, que conta com apoio comunitário através de articulação, em 24 /08/13, a Equipe Alfa logrou êxito em apreender em Flagrante Delito pela Estrada das Lagrimas altura. do nº 765- Sacomã-SP, o veiculo placa BMV 6845  que descartava resíduos solido em via publica.
           Diante disto todos foram encaminhados ao DPPC – DEP, (1º DP Ambiental) e elaborado o Boletim de Ocorrência, alem da confecção dos atos administrativos pertinentes alem de que  o veiculo foi apreendido e encaminhado ao pátio pertencente a LIMPURB.

Parabéns a equipe  Alfa !!!!!!!