Oração da Serenidade



Deus, concedei-me,
A serenidade para aceitar as coisas que eu não posso modificar;
Coragem para modificar as coisas que posso, e
Sabedoria para saber a diferença.
Vivendo um dia de cada vez;
Desfrutando um momento por vez;
Aceitando as dificuldades como o caminho da paz;
Tomando, como ele fez, este mundo pecaminoso como ele e, não como eu gostaria que fosse;
Confiando em que ele fará todas as coisas certas se eu submeter-me a sua vontade.
Que eu possa ser razoavelmente feliz nesta vida;
E infinitamente feliz com ele para sempre na próxima.
Amém.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Câmara de SP aprova reajuste e bico oficial para Guarda Civil Metropolitana

Governo pagará reajuste de 15% até 2016, mudando o piso de R$ 1.380 para R$ 1.449. Guardas também poderão trabalhar nas horas de folgas.

Publicação: 10/09/2014 19:49 Atualização: 10/09/2014 21:36


A Câmara Municipal aprovou na tarde desta quarta-feira, dois projetos de lei apresentados pelo Executivo para beneficiar a Guarda Civil Metropolitana. O primeiro concede reajuste gradual aos GCMs. No texto aprovado em votação simbólica, Haddad se compromete a pagar 5% sobre os salários atuais ainda neste ano e mais 10,23% em 2016.

Com a mudança, o piso salarial da categoria passará de R$ 1.380 para R$ 1.449. Em 2015, o Executivo prevê ainda um plano de reorganização da carreira, que deve ser montado em conjunto com a Câmara.

A segunda proposta que recebeu aval dos parlamentares é a que cria uma espécie de Operação Delegada da GCM. Assim como já ocorre com os policiais militares, os guardas poderão, se quiserem, trabalhar nas horas folgas e receber oficialmente por isso. A expectativa é que a nova lei renda cerca de R$ 20 por hora trabalhada. Com efetivo maior nas ruas, a prioridade, segundo a Prefeitura, será reforçar a segurança das escolas municipais.

O bico oficial será pago por meio da Diária Especial por Atividade Complementar (Deac), também aprovada nesta quarta-feira, 10. Cada GCM poderá fazer até oito horas extras diárias. Ambos os projetos, defendidos por vereadores da base e da oposição à gestão de Fernando Haddad (PT) na Casa, ainda precisam passar por mais uma votação em plenário antes de seguirem para a sanção do prefeito.

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